Governo brasileiro critica nova tarifa de 12,5% imposta pelos EUA e fala em reciprocidade

EVENTO EM ACOMPANHAMENTO

Governo brasileiro critica nova tarifa de 12,5% imposta pelos EUA e fala em reciprocidade

28 DE JULHO DE 2026 · 21 FONTES · 21 PERSPECTIVAS

PONTOS EM COMUM

  • Os Estados Unidos impuseram uma nova tarifa de 12,5% a produtos brasileiros citando alegações de trabalho forçado.
  • O governo brasileiro rejeitou as acusações e anunciou a intenção de aplicar a Lei de Reciprocidade e recorrer à OMC.
  • A nova alíquota pode somar-se a tarifas anteriores, elevando a taxação acumulada a até 37,5% em certos setores.

EM DISPUTA

  • Mídias de esquerda e o governo veem a medida como protecionismo disfarçado, enquanto a direita destaca justificativas trabalhistas americanas.
  • Veículos de esquerda vinculam a crise tarifária a ações da família Bolsonaro, tema ausente na cobertura de centro e direita.
ESQUERDA · 7 CENTRO · 13 DIREITA · 1

ESQUERDA

7
RF Revista Fórum
ESQUERDA

Governo Lula reage a tarifa de 12,5% dos EUA e anuncia recurso à OMC

A reportagem destaca a reação firme do governo Lula diante da imposição arbitrária de uma sobretaxa de 12,5% pelos EUA, enquadrando a medida da administração americana como um uso protecionista do comércio disfarçado sob pretexto de direitos humanos. O veículo enfatiza os compromissos trabalhistas do Brasil junto à OIT e o envio de documentações ignoradas pelos americanos, respaldando a decisão do Executivo de recorrer à OMC e acionar a Lei de Reciprocidade.

DD Diário do Centro do Mundo
ESQUERDA

Após nova tarifa, governo brasileiro prepara retaliação comercial aos EUA

O texto reporta a decisão do governo brasileiro de acionar a Lei de Reciprocidade Econômica e recorrer à OMC contra as tarifas de 12,5% impostas pelos Estados Unidos. A cobertura adota uma perspectiva alinhada ao Planalto, destacando que o órgão comercial norte-americano instrumentalizou acusações trabalhistas como pretexto para praticar protecionismo desleal. A matéria ressalta a reação soberana do governo Lula e as ações de fiscalização trabalhista já existentes no Brasil, criticando a falta de base legal das sanções impostas por Washington.

DD Diário do Centro do Mundo
ESQUERDA

Lula acusa EUA de “manipular” tema do trabalho forçado para justificar tarifa

O veículo destaca a reação do governo brasileiro à tarifa de 12,5% imposta pelos Estados Unidos, enfatizando os compromissos do Brasil com as convenções da Organização Internacional do Trabalho em contraste com a baixa adesão norte-americana. A reportagem dá amplo destaque aos argumentos do Planalto que rebatem as acusações de trabalho forçado. A publicação alinha-se ao discurso oficial ao enquadrar a sanção como uma medida protecionista, arbitrária e desprovida de base legal, que instrumentaliza a pauta dos direitos humanos contra o Brasil.

ME Metrópoles
ESQUERDA

O novo tarifaço e o que está em jogo nas ordens brasileira e mundial

O colunista Reinaldo Azevedo elogia a postura do governo Lula e a nota oficial da Secretaria de Comunicação Social em resposta às novas tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos. O texto critica a política protecionista de Donald Trump, classificando-a como incoerente e voltada a atender interesses de lobbies norte-americanos sob o disfarce de pautas humanitárias.\n\nAlém disso, o artigo ataca a oposição de extrema-direita e membros da família Bolsonaro, acusando-os de atuarem de forma submissa aos interesses dos EUA em prejuízo da soberania nacional. A análise contrapõe o pragmatismo diplomático chinês às medidas de Trump, defendendo que o governo brasileiro agiu corretamente diante do cenário internacional.

RF Revista Fórum
ESQUERDA

Brasil na mira de Trump: entenda o novo tarifaço e a contraofensiva de Lula

A reportagem da Revista Fórum destaca a dupla ofensiva tarifária de Donald Trump contra o Brasil e enfatiza a reação firme do governo Lula, que acionou a Lei de Reciprocidade e a OMC contra o protecionismo norte-americano. A publicação ressalta a solidez das políticas trabalhistas brasileiras e contesta a narrativa dos EUA sobre trabalho forçado, apontando a discrepância entre o elevado número de convenções da OIT ratificadas pelo Brasil em comparação à baixa adesão dos Estados Unidos. O texto também traz um forte enquadramento político ao vincular a crise comercial à atuação da família Bolsonaro. O veículo classifica as articulações de Eduardo Bolsonaro junto a Washington como uma estratégia antidemocrática para chantagear o STF e prejudicar a economia nacional em benefício próprio, ao mesmo tempo em que aponta o recuo de Flávio Bolsonaro como uma manobra oportunista diante dos desgastes eleitorais provocados pelo tarifaço.

DD Diário do Centro do Mundo
ESQUERDA

Lula anuncia que aplicará a Lei da Reciprocidade e rechaça tarifaço de Trump

O Diário do Centro do Mundo destaca a reação oficial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra o tarifaço de 12,5% imposto pelo governo de Donald Trump sob alegações de trabalho forçado. A publicação enfatiza a defesa da diplomacia brasileira, sublinhando que o Brasil é referência internacional no combate ao trabalho escravo e no cumprimento de normas da OIT. A matéria repercute integralmente a nota oficial emitida pelo governo federal, ressaltando o enquadramento do ato dos Estados Unidos como uma manobra protecionista arbitrária. Destaca-se a decisão do país em recorrer à Lei de Reciprocidade e acionar a Organização Mundial do Comércio perante as sanções unilaterais.

DD Diário do Centro do Mundo
ESQUERDA

Negociações com os EUA sobre tarifaço foram apenas protocolares, avalia Itamaraty

O veículo destaca a análise do Itamaraty de que as novas tarifas impostas pelos Estados Unidos podem resultar em sobretaxa cumulativa de até 37,5% sobre produtos brasileiros, enquadrando as justificativas norte-americanas sobre trabalho forçado como mero pretexto para políticas protecionistas.\n\nA reportagem dá amplo destaque às notas e declarações do governo Lula e da Secom, que rechaçam veementemente as acusações norte-americanas, ressaltam o protagonismo do Brasil em organismos internacionais de trabalho e sinalizam a aplicação da Lei de Reciprocidade contra as barreiras comerciais.

CENTRO

13
JP Jovem Pan
CENTRO

Brasil iniciará trâmites para acionar Lei de Reciprocidade contra os EUA

O texto detalha a reação oficial do Governo brasileiro diante da imposição de uma sobretaxa de 12,5% pelos Estados Unidos sobre produtos nacionais. Destaca-se o anúncio do acionamento da Lei de Reciprocidade e a intenção de recorrer à Organização Mundial do Comércio, enfatizando os argumentos brasileiros sobre compromissos com a OIT e direitos trabalhistas. A matéria reproduz na íntegra a nota emitida pelo executivo federal, mantendo foco na defesa institucional do país. A reportagem complementa a cobertura com informações técnicas do pacote tarifário anunciado pelo Representante de Comércio dos EUA sob a Seção 301. São enumerados os países afetados e citadas as isenções concedidas a produtos estratégicos como café, carnes e aeronaves, oferecendo uma visão geral sobre o alcance das sanções comerciais impostas aos parceiros norte-americanos.

ME Metrópoles
CENTRO

Governo Lula reage a nova tarifa dos EUA e promete acionar reciprocidade

A matéria relata a reação do governo brasileiro à decisão dos Estados Unidos de aplicar uma sobretaxa tarifária de 12,5% sobre produtos do país, elevando a alíquota total a 37,5%. O texto detalha a determinação do Brasil de acionar a Lei de Reciprocidade e levar o impasse comercial ao mecanismo de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio. A abordagem do veículo é centrada na divulgação de fatos brutos e posicionamentos oficiais, sem utilizar termos opinativos ou adjetivações e direcionando a cobertura ao impacto das relações internacionais.

ME Metrópoles
CENTRO

Nova tarifa de 12,5% dos EUA contra Brasil entra em vigor nesta 6ª (24/7)

O portal Metrópoles informa sobre a entrada em vigor da sobretaxa de 12,5% imposta pelos Estados Unidos a produtos brasileiros, sob a alegação de insuficiência no combate ao trabalho forçado. A reportagem detalha as categorias do relatório do USTR e ressalta que o Brasil recebeu a alíquota mais alta juntamente com países como China e Argentina. A matéria adota um tom descritivo e neutro, destacando tanto a fundamentação legal utilizada pelo governo norte-americano quanto a resposta oficial do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, que defendeu a robustez do arcabouço fiscalizatório nacional.

BB BBC Brasil
CENTRO

Trump anuncia tarifa de 12,5% contra o Brasil por trabalho forçado

A reportagem da BBC News traz detalhes sobre o anúncio de uma nova tarifa de 12,5% imposta pelos Estados Unidos sobre as exportações brasileiras. A justificativa apresentada pelo governo americano se baseia em uma investigação da Seção 301 da Lei de Comércio, alegando falhas do Brasil no combate ao trabalho forçado, medida que atinge também dezenas de outros parceiros comerciais sob a gestão de Donald Trump.

GP G1 Politica
CENTRO

Tarifaço: governo vai usar Lei da Reciprocidade como pressão e vai insistir em negociações

A matéria detalha as articulações de bastidores do governo brasileiro para responder às recentes tarifas impostas pelos Estados Unidos. É destacado que o presidente Lula avalia acionar a Lei da Reciprocidade como mecanismo de pressão e negociação diplomática junto ao governo de Donald Trump. O texto também expõe o descontentamento de órgãos como o Itamaraty, a Secom e o Ministério do Trabalho quanto às alegações americanas sobre trabalho forçado no Brasil. A abordagem foca em relatar os fatos e as posições oficiais envolvidas no impasse internacional.

GP G1 Politica
CENTRO

Tarifaço: ministro diz que tarifa de 12,5% é 'indevida' e baseada em fatos que não são reais

A reportagem destaca a reação do governo brasileiro à tarifa de 12,5% imposta pelos Estados Unidos, registrando as declarações do ministro Márcio Elias Rosa de que a acusação de trabalho forçado é infundada e que o país considera aplicar medidas de reciprocidade. O texto apresenta os dados sobre a sobretaxa cumulativa de 37,5% em diversos setores industriais e as exceções previstas.\n\nA cobertura mantém um tom jornalístico informativo e equilibrado, detalhando tanto a defesa brasileira fundamentada em compromissos com a Organização Internacional do Trabalho quanto os argumentos oficiais do Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR) sobre a fiscalização de práticas comerciais.

GP G1 Politica
CENTRO

Tarifaço: Durigan diz que nova tarifa dos EUA retoma 'na marra' taxa derrubada pela Suprema Corte

O portal destaca as declarações do secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, que criticou a nova tarifa de 12,5% imposta pelos Estados Unidos ao Brasil, classificando-a como uma medida unilateral, injustificada e punitiva. O texto contextualiza a decisão americana ressaltando que, embora importantes commodities do país tenham sido preservadas em uma lista de isenções, produtos brasileiros afetados poderão enfrentar uma alíquota combinada de até 37,5%.

ME Metrópoles
CENTRO

Durigan reclama de novas tarifas dos EUA: "Deram um jeito na marra"

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, classificou a nova sobretaxa dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros como injustificada e unilateral. Segundo o ministro, a iniciativa do governo Trump busca contornar a derrubada da tarifa anterior pela Suprema Corte norte-americana, sem justificativa econômica diante do déficit comercial do Brasil com os EUA. A reportagem ressalta as declarações do Ministério da Fazenda sobre a boa-fé nas negociações anteriores com Washington. Também é destacado que o governo brasileiro avalia aplicar a Lei da Reciprocidade Econômica para impor sobretaxas equivalentes em resposta ao aumento tarifário norte-americano.

GD Gazeta do Povo
CENTRO

Ministros confirmam dupla taxação dos EUA de 37,5% para “muitos setores”

O texto detalha a confirmação pelo governo brasileiro de que as novas tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos resultarão em uma dupla tributação de 37,5% sobre setores industriais estratégicos. A matéria destaca as declarações dos ministros Márcio Elias Rosa e Dario Durigan, que classificam a medida norte-americana como um artifício sem justificativa para contornar decisões judiciais anteriores. O relato enfatiza a resposta do governo federal frente às acusações sobre trabalho forçado, ressaltando as ações de apoio ao setor produtivo por meio de R$ 18,5 bilhões em créditos, além da intenção de recorrer à OMC e aplicar a Lei de Reciprocidade para mitigar os prejuízos econômicos.

JP Jovem Pan
CENTRO

Com nova tarifa, sobretaxa total dos EUA a produtos do Brasil pode chegar a 37,5%

O artigo detalha a decisão dos Estados Unidos de impor uma nova sobretaxa de 12,5% sobre produtos brasileiros, cobrindo setores como madeira, máquinas e cerâmica, o que pode elevar a tarifa acumulada para 37,5%. A reportagem apresenta os dados econômicos do impacto estimado nas exportações do Brasil, além de listar os setores isentos da medida. A matéria destaca a reação do governo brasileiro, que rejeitou as justificativas do relatório norte-americano sobre trabalho forçado e anunciou o início dos trâmites para acionar a Lei da Reciprocidade. O texto também explica o enquadramento das investigações do USTR sob a Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA.

JP Jovem Pan
CENTRO

‘Momento de usar reciprocidade o tempo é que vai determinar’, diz ministro da Indústria

O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, declarou que o governo brasileiro manterá negociações com os Estados Unidos para tentar afastar a sobretaxa de 25% e ampliar as isenções à tarifa de 12,5%. Contudo, ressaltou que o Brasil não abrirá mão de utilizar o instrumento da reciprocidade para defender a economia e os setores produtivos nacionais caso as negociações não obtenham êxito, classificando a tarifação americana como indevida e ilegal.\n\nA matéria reporta de forma neutra as declarações do ministro e detalha o plano de contingência do governo federal, incluindo o acionamento do programa Brasil Soberano 3 e a preparação de recursos perante a Organização Mundial do Comércio. Destaca-se também que produtos estratégicos, como carne bovina e café, permanecem na lista de exceções dos Estados Unidos.

GP G1 Politica
CENTRO

Itamaraty vê tarifas cumulativas dos EUA e avalia que negociações foram para ‘cumprir tabela’

A matéria detalha o anúncio de uma nova tarifa comercial de 12,5% imposta pelo governo dos Estados Unidos a produtos brasileiros, sob a justificativa de combate a práticas desleais de trabalho forçado. A reportagem ressalta que a medida pode elevar a sobretaxa total a 37,5% em determinados itens e contextualiza as alegações norte-americanas com base na Seção 301 de sua legislação comercial. Na sequência, a cobertura enfatiza a resposta oficial do governo brasileiro, registrando notas veementes do Itamaraty, da Secom e do Ministério do Trabalho. O texto destaca o repúdio das autoridades nacionais às acusações americanas, a defesa do histórico do Brasil na OIT e o anúncio de que o país pretende recorrer à Lei de Reciprocidade para responder às barreiras impostas.

ME Metrópoles
CENTRO

Países contestam novas taxas impostas pelos EUA: "Sem fundamento"

O Metrópoles reporta as reações internacionais e do governo brasileiro ao anúncio de novas tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos a cerca de 80 países, decorrentes de investigações sobre suposto trabalho forçado. A matéria destaca as críticas de autoridades da União Europeia, Noruega, Canadá e Nova Zelândia, que contestaram as justificativas americanas e indicaram intenção de buscar esclarecimentos ou aplicar medidas defensivas. Em relação ao Brasil, a cobertura enfatiza o posicionamento do governo federal ao classificar a sobretaxa de 12,5% como arbitrária e anunciar o acionamento da Lei de Reciprocidade e do mecanismo de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio. O enquadramento é estritamente informativo e neutro, pautado pela transcrição de notas oficiais e declarações de autoridades diplomáticas.

DIREITA

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GD Gazeta do Povo
DIREITA

Governo acusa EUA de manipulação e promete reciprocidade após nova tarifa

A cobertura destaca a reação do governo Lula contra a nova tarifa comercial de 12,5% anunciada pelos Estados Unidos, enfatizando as acusações de manipulação feitas pelo Palácio do Planalto. Ao mesmo tempo, contextualiza que a medida da administração de Donald Trump baseou-se em investigações oficiais sobre trabalho forçado. Publicada pela Gazeta do Povo, a matéria adota um tom crítico velado à retórica do governo brasileiro, evidenciando o impasse diplomático e comercial e sublinhando as justificativas americanas ligadas a direitos trabalhistas e concorrência desleal.

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