TSE formaliza limites de gastos de campanha para as eleições de 2026

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TSE formaliza limites de gastos de campanha para as eleições de 2026

21 DE JULHO DE 2026 · 3 FONTES · 3 PERSPECTIVAS
ESQUERDA · 1 CENTRO · 1 DIREITA · 1

ESQUERDA

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CC Carta Capital
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Quanto candidatos a presidente poderão gastar na campanha de 2026, segundo o TSE

Em reportagem sobre as diretrizes eleitorais, a CartaCapital destaca a formalização promovida pelo Tribunal Superior Eleitoral quanto ao teto de gastos para o pleito de 2026. O veículo detalha os limites estipulados para a corrida presidencial e cargos proporcionais, reforçando a manutenção das regras aplicadas em 2022. Além disso, a publicação enfatiza as sanções estipuladas pelo TSE em caso de descumprimento, destacando multas de 100% sobre o valor excedente e os riscos de enquadramento por abuso de poder econômico.

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F– Folha – Poder
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Candidatos à Presidência poderão gastar até R$ 133,4 milhões na campanha de 2026, decide TSE

A Folha de S.Paulo destaca a oficialização dos limites de gastos para as eleições de 2026 pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ressaltando a manutenção do teto congelado em R$ 133,4 milhões para a campanha presidencial. A matéria enfatiza o atendimento ao pedido dos presidentes de partidos pelo ministro Kassio Nunes Marques para evitar distorções entre candidaturas. Além disso, a cobertura contextualiza os arranjos financeiros do PT para a candidatura de reeleição do presidente Lula e o montante do fundo eleitoral do PL, pré-candidatura de Flávio Bolsonaro. O texto discrimina também os valores autorizados para cargos estaduais e proporcionais conforme a dimensão dos colégios eleitorais do país.

DIREITA

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GD Gazeta do Povo
DIREITA

Candidatos poderão gastar até R$ 133,4 milhões na disputa pela Presidência em 2026

A reportagem do veículo detalha a publicação da Portaria TSE nº 449/2026 pelo Tribunal Superior Eleitoral, responsável por congelar os limites de gastos para as campanhas eleitorais de 2026 nos mesmos patamares vigentes em 2022. A matéria destaca a teto estipulado para a corrida presidencial, bem como as especificidades regionais com foco expressivo no estado de São Paulo, citando diretamente os nomes dos pré-candidatos Tarcísio de Freitas e Fernando Haddad. Ademais, o texto ressalta os aspectos punitivos para quem desrespeitar as regras, destacando a possibilidade de multas e ações por abuso de poder econômico sob a Lei da Inelegibilidade. Também reporta a justificativa do presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, que defendeu a manutenção do teto frente ao valor congelado do Fundo Eleitoral, enfatizando a busca por estabilidade no pleito.

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