Escritório de Flávio Bolsonaro emitiu e cancelou notas para empresa investigada no caso Banco Master
PONTOS EM COMUM
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O escritório de Flávio Bolsonaro emitiu e cancelou duas notas fiscais de R$ 500 mil para a Copenhagen.
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A Copenhagen Assessoria é citada em investigações sobre repasses financeiros ligados ao Banco Master.
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O senador Flávio Bolsonaro declarou ter recusado atender a Copenhagen e defendeu a legalidade do seu escritório.
EM DISPUTA
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Veículos de esquerda apontam suspeitas de maquiagem contábil, enquanto fontes de direita alegam perseguição política contra o senador.
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Críticos cobram detalhamento dos serviços prestados, enquanto a defesa do parlamentar sustenta que as atividades foram legais e privadas.
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O cancelamento e a reemissão de notas são interpretados como indício de fraude por opositores e como ato regular por aliados.
ESQUERDA · 2
CENTRO · 1
DIREITA · 1
O senador Flávio Bolsonaro confirmou a prestação de serviços advocatícios para uma empresa ligada ao grupo do Banco Master e o cancelamento de notas fiscais de R$ 500 mil emitidas para outra empresa do mesmo conglomerado. A reportagem detalha o caso a partir de dados fiscais divulgados e ressalta as alegações de defesa do parlamentar e de seu irmão Eduardo Bolsonaro. Em complemento, a publicação dá ênfase à análise de um especialista que explica como esquemas de maquiagem contábil e fraude tributária costumam utilizar o cancelamento e reemissão de notas entre empresas do mesmo grupo econômico para conferir aparência legal a transferências financeiras sem lastro real.
A reportagem da Revista Fórum destaca as suspeitas envolvendo o escritório de advocacia do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que emitiu R$ 1,5 milhão em notas fiscais para empresas ligadas ao empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. O veículo enfatiza a opacidade dos serviços prestados, apontando que o parlamentar não detalhou os trabalhos que justificariam os pagamentos nem explicou satisfatoriamente a emissão de notas para uma empresa sem estrutura própria.
A matéria dá relevo às cobranças da oposição, trazendo questionamentos do deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) sobre a cronologia dos cancelamentos e conexões com o financiamento de um documentário sobre Jair Bolsonaro. O texto adota uma abordagem crítica em relação ao senador, ressaltando as contradições nas justificativas apresentadas por ele e por seu contador.
A matéria detalha que o escritório de advocacia do senador Flávio Bolsonaro emitiu e cancelou duas notas fiscais de R$ 500 mil para a Copenhagen Assessoria, empresa ligada a repasses do Banco Master sob investigação. O texto evidencia as conexões entre diretores da empresa e apurações sobre fraudes financeiras. Em paralelo, o veículo apresenta a justificativa do parlamentar, que afirmou ter recusado a prestação de serviços à Copenhagen e prestado assessoria jurídica legal a outra empresa, a Contábil Corrêa, além da defesa da administradora Trustee DTVM.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) utilizou suas redes sociais para rebater reportagem sobre a emissão de notas fiscais de seu escritório de advocacia para a Copenhagen Assessoria, empresa investigada no caso Banco Master. O parlamentar afirmou que recusou prestar serviços à empresa e cancelou duas notas no valor de R$ 500 mil antes de qualquer recebimento de valores. A matéria destaca a versão do senador de que as acusações representam perseguição política e narrativa imprensa motivada por sua pré-candidatura à Presidência da República e seu desempenho em pesquisas eleitorais.
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