A publicação adota uma perspectiva abertamente crítica à atuação de Eduardo Bolsonaro e do governo de Donald Trump, enquadrando a concessão do visto de residência permanente como parte de uma articulação contra os interesses do Brasil. O texto enfatiza a condenação do ex-deputado pelo Supremo Tribunal Federal por coação no curso do processo e destaca a acusação de que ele atuou no exterior promovendo sanções econômicas contra o próprio país. Além disso, a matéria contextualiza a medida em meio às recentes tensões diplomáticas e tarifas impostas pelos EUA sobre produtos brasileiros, reforçando uma narrativa desfavorável às ações do grupo político associado a Jair Bolsonaro.
A matéria do portal Metrópoles detalha a concessão do visto de residência permanente (green card) concedido pelos Estados Unidos ao ex-deputado Eduardo Bolsonaro e sua família. O texto destaca a informação fornecida pelo influenciador Paulo Figueiredo de que o documento foi concedido com base no critério de habilidades extraordinárias, categoria voltada a profissionais de destaque em suas áreas. A reportagem contextualiza a permanência de Eduardo Bolsonaro no país norte-americano como autoexílio decorrente de processos em tramitação no Supremo Tribunal Federal. O veículo observa ainda que a residência garante o direito de moradia permanente, mas ressalta que o ex-deputado declarou não pretender solicitar a cidadania americana, mantendo a intenção de retornar ao Brasil.
O portal Gazeta do Povo reporta a repercussão em veículos da imprensa internacional, como DW, Ansa e Reuters, sobre a concessão de residência permanente nos Estados Unidos ao ex-deputado Eduardo Bolsonaro. A matéria destaca a associação feita pelas agências entre o visto concedido e as recentes tensões diplomáticas e tarifas comerciais impostas pelo governo americano ao Brasil. A cobertura concede relevância às alegações do ex-parlamentar sobre sofrer perseguição política por parte do Judiciário brasileiro. Também são ressaltadas suas negações quanto a ter atuado para prejudicar as exportações nacionais, concluindo com sua declaração de se sentir livre em solo norte-americano.
O ex-deputado Eduardo Bolsonaro declarou ter fundamentado seu pedido de Green Card nos Estados Unidos citando decisoes e criticas relativas ao ministro Alexandre de Moraes. Segundo ele, seus advogados demonstraram ao governo norte-americano que tribunais internacionais, a exemplo da Corte Suprema da Italia, tem ignorado ou rejeitado ordens do magistrado do STF, o que reforcaria a tese de perseguicao politica praticada no Brasil.
A concessao da residencia permanente ocorreu por meio do visto EB-1, voltado a individuos com habilidades extraordinarias, com base em seu desempenho eleitoral e projeccao internacional. O ex-parlamentar ressaltou que nao solicitou intervencoes diretas de liderancas politicas dos EUA e reafirmou que pretende manter articulacoes em Washington para aplicar sancoes a autoridades brasileiras pela Lei Magnitsky, visando retornar ao pais apenas mediante uma anistia ampla.
A Gazeta do Povo relata que o governo dos Estados Unidos concedeu residência permanente (Green Card) ao ex-deputado Eduardo Bolsonaro, enfatizando a narrativa do politico de que se encontra em autoexilio devido a uma suposta perseguição política do Judiciário brasileiro. A materia também registra que a concessão ocorreu após pedido feito há mais de um ano, permitindo sua permanência por tempo indeterminado em territorio americano. Além disso, o texto relembra a condenação de Eduardo pelo STF por coação no curso do processo, destacando as alegações da PGR sobre seus esforços para buscar sanções contra magistrados brasileiros nos EUA.