A matéria do programa Última Análise (Gazeta do Povo) enquadra as investigações envolvendo Lulinha e um ex-chefe de gabinete de Lula como indícios de corrupção sistêmica e tráfico de influência que chegam ao núcleo do governo. Os comentaristas convocados são críticos ao PT e ao STF, traçando paralelos explícitos com o Mensalão e o Petrolão para sugerir uma padrão histórico de ilicitudes do partido no poder.
A cobertura destaca o que descreve como uma 'movimentação incomum' da Polícia Federal para retirar o caso de André Mendonça — ministro mais alinhado à direita — e atribuí-lo a Alexandre de Moraes, sugerindo uma rede de proteção política ao filho do presidente. O tom é acusatório em relação ao governo Lula e à instituição policial, com fontes exclusivamente da oposição e do campo jurídico conservador.
A Revista Oeste destaca a troca de advogado da empresária Roberta Luchsinger, próxima ao filho do presidente Lula, após a abertura de novos inquéritos no STF por suspeita de tráfico de influência. A matéria enfatiza a rede de relações entre Luchsinger, Lulinha e o 'Careca do INSS', além de detalhar viagens compartilhadas e investigações da Polícia Federal, reforçando o enquadramento crítico ao governo Lula.
A Gazeta do Povo detalha a investigação da Polícia Federal sobre um depósito feito pela empresária Roberta Luchsinger — investigada no esquema de fraudes no INSS — na conta do ex-chefe de gabinete de Lula, Marco Aurélio Ribeiro (Marcola). O veículo enfatiza a conexão entre o filho do presidente, Lulinha, a empresária e o ex-assessor exonerado, situando a reportagem no contexto de escândalos que cercam o círculo próximo do governo. A nota da defesa de Lulinha, transcrita integralmente, inclui críticas a 'vazamentos seletivos' e acusações de instrumentalização da PF — elementos que a matéria reproduz sem endosso editorial explícito, mas cujo enquadramento geral ressalta o ônus político para Lula.
A matéria detalha a admissão do ex-chefe de gabinete de Lula, Marco Aurélio Ribeiro, de ter recebido pagamento da lobista Roberta Luchsinger, investigada pela PF por tráfico de influência junto a Lulinha. O texto enquadra o caso como potencial esquema de corrupção no governo, destacando a hipótese de propina e amplificando a crítica da oposição, especialmente via declaração de Flávio Bolsonaro.
A matéria descreve a ofensiva da campanha de Flávio Bolsonaro nas redes sociais para explorar o caso do ex-assessor de Lula Marco Aurélio Santana Ribeiro (Marcola), que teria recebido pagamentos de empresária investigada pela PF. O enquadramento favorece a narrativa de oposição, enfatizando a proximidade do esquema do INSS com o gabinete presidencial e citando declarações de parlamentares bolsonaristas que pedem a retirada da candidatura de Lula.
A Gazeta do Povo relata que Lula ficou surpreso com a revelação de que seu ex-chefe de gabinete, Marco Aurélio Ribeiro, recebeu depósito de empresária investigada no caso Lulinha/INSS, e que o presidente cobrou explicações temendo desgaste político. O texto enfatiza o constrangimento da campanha petista e o potencial uso do episódio por adversários, enquadrando a sequência de investigações como reveses para o governo Lula às vésperas das eleições.
A Revista Oeste destaca a proximidade de Roberta Luchsinger com Lulinha e sua celebração da indicação de Flávio Dino ao STF, enquadrando o episódio como evidência de influência indevida do entorno do governo Lula sobre a Corte. O texto enfatiza investigações da PF contra a lobista e o fato de Dino ter suspendido a quebra de sigilo aprovada pela CPMI do INSS, sugerindo conflito de interesse entre o ministro e investigados ligados ao governo.