Durigan reúne-se com setor financeiro para definir política econômica de eventual quarto mandato de Lula
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O artigo, assinado por um economista e especialista em políticas públicas, critica duramente o ministro interino da Fazenda Dario Durigan por promover uma agenda de austeridade fiscal seletiva: enquanto defende cortes em gastos sociais (saúde, educação, previdência), ignora que o maior componente do déficit público brasileiro são os juros da dívida pública, que atingiram R$ 1,2 trilhão em 12 meses. O texto enquadra a postura de Durigan como alinhada aos interesses do sistema financeiro em detrimento da população.
O autor defende que o discurso do 'austericídio' é uma falácia neoliberal que oculta o verdadeiro problema fiscal — os juros — para justificar cortes em programas sociais. Propõe que um eventual quarto mandato de Lula exigiria o abandono do Arcabouço Fiscal e a retomada do Estado como protagonista do desenvolvimento econômico, criticando tanto Durigan quanto Haddad por manterem uma política econômica de viés conservador.
Nenhuma perspectiva identificada com este viés.
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