Conselho de Ética do Senado permanece inativo desde julho de 2024 com 19 representações paradas

EVENTO EM ACOMPANHAMENTO

Conselho de Ética do Senado permanece inativo desde julho de 2024 com 19 representações paradas

18 DE AGOSTO DE 2026 · 2 FONTES · 2 PERSPECTIVAS
ESQUERDA · 0 CENTRO · 0 DIREITA · 2

ESQUERDA

0

Nenhuma perspectiva identificada com este viés.

CENTRO

0

Nenhuma perspectiva identificada com este viés.

DIREITA

2
GD Gazeta do Povo
DIREITA

Conselho de Ética parado mantém denúncias contra Alcolumbre e senadores na gaveta

A Gazeta do Povo denuncia a paralisação do Conselho de Ética do Senado desde julho de 2024, destacando que pelo menos 19 representações aguardam análise, incluindo casos contra o presidente da Casa, Davi Alcolumbre. O veículo enquadra a situação como conflito de interesses do presidente do Senado, dando voz à oposição e ao Partido Novo, que recorreu ao STF para destravar o órgão. A reportagem enfatiza a omissão da liderança do Senado em instalar o colegiado responsável por julgar denúncias de decoro parlamentar, com destaque para a fala do senador Eduardo Girão (Novo), que critica diretamente Alcolumbre. O enquadramento sugere que a inércia é deliberada e beneficia parlamentares investigados, especialmente da base governista, embora a matéria mencione casos de oposicionistas também.

GD Gazeta do Povo
DIREITA

Por que as denúncias contra Davi Alcolumbre e outros senadores estão paradas?

A Gazeta do Povo enquadra a paralisia do Conselho de Ética do Senado como resultado de omissão deliberada do presidente Davi Alcolumbre, destacando o conflito de interesses do senador, que é simultaneamente responsável por instalar o colegiado e alvo de representações. O texto valoriza a atuação da oposição — especialmente do Partido Novo e do senador Eduardo Girão — ao recorrer ao STF para tentar destravar o processo, sugerindo que há blindagem corporativa entre investigados com poder de cargo.

Viu algo errado? Sugerir correção →