CNJ aprova punição e afasta juíza Gabriela Hardt por dois anos por atuação na Lava Jato

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CNJ aprova punição e afasta juíza Gabriela Hardt por dois anos por atuação na Lava Jato

21 DE SETEMBRO DE 2026 · 6 FONTES · 6 PERSPECTIVAS
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ESQUERDA

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RF Revista Fórum
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A verdadeira história de Gabriela Hardt, a juíza substituta de Moro que foi cassada pelo CNJ

A Revista Fórum adota uma postura abertamente crítica à atuação da Operação Lava Jato, retratando o afastamento da juíza Gabriela Hardt pelo Conselho Nacional de Justiça como a confirmação de um esquema ilegal operado em conjunto com Sérgio Moro e Deltan Dallagnol. O texto enfatiza os achados da Polícia Federal sobre a tentativa de criação de uma fundação privada abastecida com R$ 2,5 bilhões da Petrobras, caracterizando as ações dos magistrados e procuradores como busca por projeção pessoal e desvio de conduta funcional. Além disso, o veículo ressalta seu próprio papel como investigado e processado pela magistrada no passado, enquadrando a punição imposta pelo CNJ como uma vitória moral e jornalística da publicação. A matéria reitera que as decisões tomadas no âmbito da 13ª Vara Federal de Curitiba comprometeram a imparcialidade do sistema de Justiça, fazendo referência direta às condenações impostas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

DD Diário do Centro do Mundo
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Gabriela Hardt vai continuar recebendo salário de quase R$ 78 mil após afastamento

O ve##culo enfatiza a manuten###o dos vencimentos da ju##za Gabriela Hardt mesmo ap##s a puni###o de afastamento por dois anos imposta pelo Conselho Nacional de Justi##a (CNJ), detalhando minuciosamente os altos valores brutos e l##quidos recebidos pela magistrada. A reportagem refor##a um enquadramento cr##tico ## atua###o da Opera###o Lava Jato ao relembrar o acordo bilion##rio contestado, a anula###o pelo STF da condena###o proferida por Hardt contra o presidente Lula e as suspeitas de pl##gio de sent##n##as de Sergio Moro.

RF Revista Fórum
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CONDENADA: Por que a punição de Gabriela Hardt absolve a Fórum

A publicação comemora a punição imposta pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) à ex-juíza Gabriela Hardt, enquadrando a decisão como uma reparação histórica e moral para o veículo e para a esquerda. O texto adota tom ostensivamente crítico, classificando a magistrada como uma "militante togada" cujas atuações na Operação Lava Jato seriam fruto de partidarismo e alinhamento político com acusadores.\n\nSob essa perspectiva editorial, o artigo ressalta que a sanção do CNJ valida as denúncias feitas anteriormente pela Revista Fórum sobre a existência de conluio no julgamento do presidente Lula. A narrativa reforça o discurso de que a Lava Jato incorreu em abusos de poder e perseguição judicial.

DD Diário do Centro do Mundo
ESQUERDA

Esconderam Gabriela Hardt para continuar protegendo o lavajatismo. Por Moisés Mendes

O Diário do Centro do Mundo critica a cobertura da imprensa tradicional sobre a decisão do Conselho Nacional de Justiça de suspender a juíza Gabriela Hardt por dois anos. O texto acusa os grandes veículos de comunicação de esconderem a notícia com o objetivo de preservar a imagem da Operação Lava Jato e blindar o ex-juiz Sergio Moro. A publicação argumenta que a magistrada foi instrumentalizada por Moro e Deltan Dallagnol ao homologar a criação do fundo bilionário da Petrobras. Sob essa perspectiva, ressalta-se que o CNJ identificou conduta imprópria ao combinar termos do acordo diretamente com a força-tarefa de Curitiba.

DD Diário do Centro do Mundo
ESQUERDA

Afastada por irregularidades na Lava Jato, Hardt continuará recebendo salários

A matéria do Diário do Centro do Mundo aborda o afastamento da juíza Gabriela Hardt pelo CNJ por dois anos em decorrência de infrações disciplinares na Operação Lava Jato, com destaque para a manutenção de seus vencimentos e os altos valores remuneratórios recebidos por ela. O texto enfatiza a tentativa de criação de uma fundação privada com recursos de multas da Lava Jato e relembra a condenação imposta por Hardt ao presidente Lula, posteriormente anulada pelo STF.

CENTRO

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GP G1 Politica
CENTRO

Gabriela Hardt continuará recebendo salário durante afastamento de dois anos; juíza ganhou R$ 77 mil em junho

A reportagem detalha a punição aplicada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) à juíza Gabriela Hardt, estipulando a pena de disponibilidade por dois anos devido a falhas de cautela na homologação de acordo envolvendo fundos da Operação Lava Jato. O texto apresenta a apuração da Corregedoria e trechos do voto do relator, destacando que não foram encontrados indícios de proveito pessoal por parte da magistrada. Além de abordar o julgamento administrativo e as sanções impostas, a matéria expõe o histórico da juíza na 13ª Vara Federal de Curitiba, seus vencimentos mensais segundo o Portal da Transparência e relembram episódios marcantes de sua trajetória profissional e pessoal.

DIREITA

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