A Polícia Federal deflagrou nova fase da Operação Sem Desconto, mirando suspeitos de lavagem de dinheiro obtido por meio de fraudes em descontos indevidos de aposentadorias e pensões do INSS. Entre os alvos da operação está o senador Weverton (PDT-MA).
Desde a primeira fase, a PF estima que os desvios ocorridos entre 2019 e 2024 podem chegar a R$ 6,3 bilhões, segundo dados divulgados pela própria corporação.
A Polícia Federal deflagrou nova fase da Operação Sem Desconto para investigar lavagem de dinheiro ligada ao esquema de fraudes no INSS. O principal alvo é o advogado Willer Tomaz e parentes do senador Weverton Rocha (PDT-MA), com 18 mandados de busca e apreensão cumpridos no DF e no Maranhão.
A matéria apresenta os fatos de forma direta, sem adjetivos valorativos ou enquadramento ideológico evidente, limitando-se a descrever as ações investigativas, os suspeitos e os objetivos das diligências conforme informações oficiais da PF.
O G1 publicou uma nota de correção admitindo erro em reportagem veiculada em 4 de agosto de 2026, na qual havia informado incorretamente que o senador Weverton Rocha (PDT-MA) era alvo de uma nova fase da Operação Sem Desconto. A correção foi feita às 07h40 do mesmo dia, esclarecendo que os alvos desta fase são familiares do parlamentar — esposa, filha e duas irmãs —, enquanto Weverton havia sido alvo em fase anterior da operação, em dezembro de 2025.
A matéria relata a nova fase da Operação Sem Desconto, deflagrada pela Polícia Federal, que cumpriu 18 mandados de busca e apreensão autorizados pelo STF, mirando familiares do senador Weverton Rocha (PDT-MA) e o advogado Willer Tomaz, no âmbito de investigação sobre lavagem de dinheiro ligada a fraudes no INSS.
O texto reproduz informações da PF que apontam Weverton como 'sustentáculo político' do esquema e possível 'beneficiário final' ou 'sócio oculto' de operações financeiras atribuídas ao grupo investigado, mencionando o uso de aeronave cujas cotas teriam sido adquiridas pelo 'Careca do INSS'. A matéria destaca que pedido de prisão do senador havia sido negado anteriormente pelo ministro André Mendonça.
A matéria relata a nova fase da Operação Sem Desconto da Polícia Federal, que mira familiares do senador Weverton Rocha (PDT-MA) por suspeitas de lavagem de dinheiro ligada a fraudes em descontos previdenciários. O texto nota que a PF inicialmente indicou o próprio senador como alvo, mas depois corrigiu a informação, e apresenta as negativas do advogado Willer Tomaz, que também recebeu mandado de busca.
A Gazeta do Povo reporta a nova fase da Operação Sem Desconto da PF, que mirou familiares do senador Weverton Rocha e o advogado Willer Tomaz, sem apontar o senador como alvo direto desta etapa. O veículo apresenta múltiplos lados — a investigação policial, o posicionamento do advogado e o histórico do senador —, mantendo tom predominantemente factual e equilibrado.
A matéria apresenta o perfil do advogado Willer Tomaz, alvo de mandado de busca e apreensão na nova fase da Operação Sem Desconto. O texto equilibra informações da investigação com a versão da defesa, destacando que os investigadores não estabeleceram conexão direta entre as movimentações financeiras apontadas e o esquema de fraudes no INSS.
A matéria descreve em detalhes os achados da Polícia Federal na nova fase da Operação Sem Desconto, apontando o senador Weverton Rocha (PDT-MA) como responsável por formular demandas, indicar beneficiários e gerenciar repasses ilícitos. O texto apresenta de forma factual os elementos levantados pela PF, incluindo movimentações financeiras, aquisição de imóveis e uso de dinheiro vivo, sem emitir julgamentos editoriais sobre culpa ou inocência.
A matéria relata a nova fase da Operação Sem Desconto, deflagrada pela Polícia Federal, que mira o advogado Willer Tomaz, apontado como operador do senador Weverton Rocha no esquema de fraudes no INSS. O texto reproduz a versão da investigação e também a nota de defesa de Tomaz, sem enquadramento valorativo evidente.
A matéria relata que o senador Weverton Rocha (PDT-MA), vice-líder do governo no Senado, é apontado pela Polícia Federal como figura central no esquema de fraudes no INSS, responsável por formular demandas, indicar beneficiários, cobrar pagamentos e acompanhar repasses. A reportagem reproduz trechos da decisão do ministro André Mendonça (STF), que teve o sigilo levantado, e informa o cumprimento de 18 mandados de busca e apreensão no DF e no Maranhão na nona fase da Operação Sem Desconto.
A matéria relata de forma detalhada a nona fase da Operação Sem Desconto da Polícia Federal, identificando todos os alvos dos mandados de busca e apreensão cumpridos nesta terça-feira. O texto apresenta tanto a posição da PF sobre o suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao senador Weverton Rocha quanto a nota de defesa do advogado Willer Tomaz, sem enquadramento editorial evidente.
A matéria detalha os indícios que motivaram a nova fase da Operação Sem Desconto, com foco na atuação atribuída a Anna Catarina Viana Rocha, filha do senador Weverton Rocha, na administração financeira de empresas investigadas por lavagem de dinheiro relacionada a fraudes no INSS. O texto reproduz fielmente os termos da decisão do ministro André Mendonça no STF, sem adjetivação valorativa ou enquadramento ideológico evidente.
A matéria relata a nota divulgada pelo senador Weverton Rocha após operação da PF como desdobramento da Operação Sem Desconto, que investiga fraudes no INSS. O parlamentar nega irregularidades, afirma ter 'nada a esconder' e critica o alcance das investigações sobre sua família.
O texto apresenta de forma equilibrada tanto a versão do senador quanto os elementos levantados pela PF, incluindo transferências milionárias, movimentações em postos de combustível administrados por sua filha e a aquisição de mansão registrada em nome de terceiro. Também registra a divergência entre o MPF, contrário às buscas, e o ministro André Mendonça, que as autorizou.
A matéria relata a deflagração de nova fase da Operação Sem Desconto pela Polícia Federal, que mira o senador Weverton Rocha (PDT-MA), vice-líder do governo Lula no Senado, e seus familiares e aliados. A cobertura apresenta tanto a versão da PF, que aponta o parlamentar como peça-chave no esquema de desvio de R$ 6,3 bilhões de aposentados, quanto a defesa do senador, que nega irregularidades e alega perseguição política.