STF autoriza investigação da PF contra ministro do STJ por suspeita de venda de decisões
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O veículo destaca a autorização concedida pelo ministro Cristiano Zanin, do STF, para que a Polícia Federal investigue o ministro Paulo Dias de Moura Ribeiro, do STJ. A matéria ressalta que Moura Ribeiro é o primeiro integrante do tribunal a se tornar alvo formal no inquérito que apura a suposta venda de decisões judiciais, envolvendo lobistas e ex-servidores de gabinetes.
O Diário do Centro do Mundo destaca que o ministro afastado do STJ, Marco Buzzi, passou a figurar formalmente como alvo de inquérito no STF que apura a venda de decisões judiciais. A matéria ressalta que as investigações tramitam sob relatoria do ministro Cristiano Zanin para preservar a prerrogativa de foro e envolvem também o ministro Paulo Dias de Moura Ribeiro e assessores da corte. O veículo enfatiza a escalada da pressão sobre o magistrado, citando o acúmulo das suspeitas de corrupção com um julgamento prévio por acusação de assédio sexual. A publicação inclui ainda os esclarecimentos da defesa, que nega qualquer ingerência ou ligação de Buzzi com as ações de familiares citados no processo.
O ministro Cristiano Zanin, do STF, autorizou a Polícia Federal a investigar o ministro Moura Ribeiro, do STJ, no inquérito sobre suspeita de venda de decisões judiciais na corte. Trata-se do primeiro membro do tribunal a ser investigado no esquema, que aponta suspeitas de ligação com um lobista e repasses a um ex-auxiliar de seu gabinete. A matéria detalha que a assessoria de Moura Ribeiro nega qualquer irregularidade, afirmando que o magistrado desconhece a apuração e que o servidor envolvido atuou por poucos meses antes de ser exonerado por conduta irregular. A reportagem traz também o histórico de denúncias da PGR sobre a rede de corrupção investigada.
A cobertura detalha a decisão do ministro Cristiano Zanin, do STF, que atendeu ao pedido da Polícia Federal e da Procuradoria-Geral da República para investigar o ministro Moura Ribeiro, do STJ, em apuração sobre venda de sentenças. O texto ressalta a análise de fluxos financeiros de empresas e familiares para apurar se houve participação direta ou de servidores no esquema criminoso. O veículo adota uma postura neutra e institucional ao expor os detalhes das investigações da Operação Siamnes e a denúncia da PGR. Além disso, garante espaço para a manifestação da defesa e do STJ, que negam veementemente as acusações e reforçam a conduta honrada do magistrado.
O portal Metrópoles destaca a decisão sigilosa do ministro Cristiano Zanin, do STF, que atendeu a pedido da Polícia Federal para investigar o ministro do STJ Moura Ribeiro no âmbito do inquérito sobre venda de sentenças. A matéria ressalta o caráter inédito da investigação contra um magistrado integrante da Corte Superior no referido esquema.
A reportagem detalha as diligências autorizadas, incluindo a análise de dados bancários e o levantamento de informações de assessores e parentes, ao mesmo tempo em que apresenta a nota oficial de defesa do ministro, que nega qualquer conduta ilícita e afirma desconhecer a apuração.
A matéria destaca a decisão do ministro Cristiano Zanin, do STF, de autorizar investigação da Polícia Federal contra o ministro do STJ Paulo Dias de Moura Ribeiro por suspeita de venda de decisões judiciais. O veículo enfatiza que esta é a primeira vez que um integrante do STJ se torna alvo direto da Operação Sisamnes, detalhando as acusações que envolvem um suposto favorecimento a advogados e repasses financeiros a servidores.\n\nCom foco nos bastidores do Poder Judiciário, a publicação detalha os relatórios da PF e a quebra de sigilos, ao mesmo tempo em que dá espaço à defesa do lobista investigado, a qual aponta falta de provas e questiona a manutenção do caso sob a jurisdição da Suprema Corte.
A matéria relata que o ministro Cristiano Zanin, do STF, autorizou a abertura de inquérito na Polícia Federal para investigar o ministro Moura Ribeiro, do STJ, por suspeita de integrar esquema de venda de decisões judiciais. Trata-se da primeira investigação formal contra um magistrado da Corte Superior no âmbito deste inquérito. A cobertura dá amplo espaço às manifestações de defesa e ressalta trechos do relatório da Polícia Federal que indicam a ausência, até o momento, de provas objetivas do envolvimento direto de Moura Ribeiro nas irregularidades.
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