MPF pede à Justiça a suspensão do aumento da mistura de etanol na gasolina para 32%

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MPF pede à Justiça a suspensão do aumento da mistura de etanol na gasolina para 32%

26 DE JULHO DE 2026 · 3 FONTES · 3 PERSPECTIVAS
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ESQUERDA

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CENTRO

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JP Jovem Pan
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MPF pede na Justiça suspensão do aumento do etanol em 32% na gasolina

O Ministério Público Federal acionou a Justiça para suspender o aumento obrigatório da mistura de etanol na gasolina de 30% para 32%, alegando falta de estudos técnicos específicos que garantam a segurança da medida aprovada pelo Conselho Nacional de Política Energética. Em contrapartida, a matéria destaca a defesa do Ministério de Minas e Energia, que sustenta a viabilidade técnica da alteração, apontando benefícios ambientais com a redução de emissões de CO2 e uma estimativa de redução de R$ 0,03 no preço do combustível ao consumidor final.

ME Metrópoles
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MPF pede na Justiça suspensão do aumento de etanol na gasolina

O Ministério Público Federal acionou a Justiça Federal para suspender a elevação do percentual de etanol na gasolina de 30% para 32%, requerendo comprovação técnica da segurança do novo combustível para a frota nacional. O órgão também pediu a criação de um sistema de monitoramento com participação da sociedade, campanhas informativas e indenização por danos morais coletivos. Em contrapartida, o Ministério de Minas e Energia justificou que a medida busca reduzir a dependência do Brasil em relação a combustíveis fósseis frente à volatilidade do mercado internacional. A pasta alega que realizou avaliações sobre o desempenho da nova mistura em veículos e motocicletas.

DIREITA

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RO Revista Oeste
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MPF pede suspensão da mistura de 32% de etanol na gasolina

A matéria da Revista Oeste destaca a ação do Ministério Público Federal para suspender o aumento da porcentagem de etanol anidro na gasolina para 32%, determinado pelo governo federal. O texto dá forte ênfase às críticas e preocupações quanto à segurança mecânica dos veículos e à alegada falta de estudos abrangentes antes da tomada de decisão pelo CNPE. Embora apresente os posicionamentos do Ministério de Minas e Energia e da Unica em defesa dos testes realizados, o veículo acentua os riscos aos motoristas e a ausência de transparência técnica, mantendo um tom crítico em relação à condução da política energética por parte do governo.

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